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Factos

Visíveis efeitos sobre o coração
e sistema circulatório em alguns testes clínicos

* Investigações finalizadas pela Universidade da Califórnia, publicadas no prestigiado ‘Journal of Cardiology’ [100] (revista de Cardiologia [100]), apresentam os seguintes resultados: em 45 pacientes com trombose coronária avançada, o fornecimento de sangue para o músculo cardíaco num teste de esforço melhorou em 17% após 3 meses de ingestão diária de 240 ml de sumo de romã (a partir de concentrado). Nesse mesmo período, deteriorou em 18% para o grupo de controle. De entre as pessoas que bebiam o sumo, o agravamento da doença diminuiu para metade. Vale a pena mencionar também a pesquisa randomizada do Dr. Michael Aviram de 2004 [9]: 19 participantes testaram o sumo de romã concentrado durante 3 anos. Logo após o primeiro ano de consumo de 50 ml de concentrado do sumo de romã (1:5, diluído para obter 250 ml do sumo), a grossura da parede dos vasos sanguíneos alterados pela arteriosclerose da artéria carótida diminuiu 35%. Graças à diminuição dos depósitos arterioscleróticos, o fluxo do sangue na artéria carótida melhorou visivelmente. No grupo de controle que não consumiu o sumo, a espessura da parede dos vasos sanguíneos aumentou 10% devido a depósitos adicionais. Após 14 semanas de tratamento, o nível de colesterol LDL diminuiu e o nível de colesterol HDL aumentou. A actuação efectiva da paraoxinase, um importante factor protector dos vasos sanguíneos, aumentou 83%. A oxidação do colesterol LDL diminuiu 90%. Num estudo laboratorial, o sumo de romã diminuiu essa oxidação em 96%. Sumos de laranja e de cenoura foram capazes de diminuir a oxidação em apenas 8%. Este é um ponto crucial, uma vez que o colesterol LDL é um factor importante na criação de células espumosas (foal cells) e é considerado como uma importante causa de doenças do coração e sistema circulatório.

A acção anti-inflamatória do sumo de romã desempenha um papel importante na prevenção de doenças coronárias e enfartes, bem como após o enfarte, sendo que as essências fermentadas da romã impedem a activaçăo do NF-κB e TNF-α nas paredes dos vasos sanguíneos [92]. A proteína C-reactiva -PCR (proteína de fase aguda) foi recentemente descoberta como um factor importante de prognóstico da possibilidade de um ataque cardíaco. Investigações sobre a relação entre a PCR e os efeitos anti-inflamatórios da romã ainda estão por concluir. Estes estudos com a possível acção antiarrítmica do sumo de romã parecem promissoras. Como se sabe, a hipertensão é um dos mais importantes factores do risco de doenças dos vasos sanguíneos e seus derivados (doença das artérias, doença de Bürger, enfartes e AVC). A tese de que os antioxidantes podem reduzir a pressão arterial ainda é relativamente nova. É por isso que o sumo de romã foi escolhido para a pesquisa - a fim de observar os seus efeitos em pacientes com hipertensão. Durante o ano, nas pessoas testadas, a pressão sistólica diminuiu até 12% (21 mm Hg). Este excelente efeito foi conseguido através da redução da actuação efectiva da enzima ACE em 36%. O óxido de azoto (NO) é um mediador importante para a saúde dos vasos sanguíneos. É utilizado em muitos medicamentos aplicados no combate às doenças coronárias. O óxido de azoto revela acção anti-inflamatória, neutraliza os radicais livres e impede a oxidação do colesterol LDL. O NO impede a acumulação dos glóbulos brancos e as plaquetas sanguíneas nas paredes dos vasos sanguíneos e, impede a alteração das paredes causadas pela calcificação dos vasos. Além disso, relaxa a estenose dos vasos de modo que a pressão do sangue diminui graças à resistência reduzida nos vasos. Louis Ignarro, o Prémio Nobel que descobriu o óxido de azoto como mediador, publicou um trabalho em 2006, no qual afirma que o sumo de romã, graças aos seus mecanismos antioxidantes, aumenta fortemente a eficácia e o tempo de acção do óxido de azoto [46]. O sumo de romã impede a redução da expressão do epitélio da sintétase do óxido de azoto (NOSIII), que é induzida pelo oxidado LDL nas células do endotélio dos vasos coronários. Graças a isto, o vaso sanguíneo pode dispor de uma quantidade maior do óxido de azoto [24]. As diferenças locais nas forças mecânicas são um mecanismo importante na formação dos depósitos arterioscleróticos. Estes lugares com predisposição à arteriosclerose, situam-se, por exemplo, na área da bifurcação (divisão) dos vasos sanguíneos, onde ocorrem, lado a lado, o turbulento fluxo do sangue e a estase do sangue [19]. As correntes e os rodopios levam à tensão disturbada e aceleram o processo de arteriosclerose, devido à activação dos genes susceptíveis ao oxigénio (ELK-1, p-CREB, p-JUN) e reduz a produção do óxido de azoto, através da regulação por baixo de eNOS e NOSILI. O sumo de romã impede estes mecanismos com eficácia [22−24]. O fruto da romã, como um elemento do modo de alimentação e do estilo de vida, pode desempenhar um papel importante na prevenção das doenças do coração e do sistema circulatório. É visível também na prática. O senhor M, homem de negócios de 53 anos, sofria de hipertensão e de elevado nível do colesterol – os frequentes factores que são propícios à formação de doenças do coração e do sistema circulatório. Resolveu neutralizá-los e regularmente tomou o Elixir de Romã. Após 8 semanas de ingestão do elixir, a pressão sistólica do sangue diminuiu de 175 para 155 mm Hg, enquanto o colesterol total de 250 para 190 ml/dl. Os produtos dos frutos da romã não podem substituir o avançado tratamento da hipertensão e da hipercolesterolemia, no entanto podem contribuir consideravelmente para manter a saúde do organismo.


Efeito anticancerígeno

Pacientes com cancro da próstata são capazes de manter equilibrados os valores do antígeno prostático específico (PSA) se beberem um copo de sumo de romã diariamente. Numa pesquisa americana realizada em 48 pacientes com cancro da próstata, a bebida prolongou por mais 39 meses o período após o qual duplicou o antígeno prostático específico (PSA) – tempo 4 vezes mais longo que no grupo de controlo [84]. O valor de PSA é considerado o principal indicador da evolução da doença e um factor biológico de substituição da mortalidade de pacientes após cirurgias ou radioterapia de cancro da próstata. Nenhum dos pacientes participantes na pesquisa havia sido anteriormente submetido a terapia hormonal e, apesar de cirurgia anterior ou radiação, os valores de PSA aumentaram, indicando um progresso da doença. Se antes da investigação, o tempo médio para duplicar o valor do PSA era de 15 meses; durante a investigação, este período foi alargado para 54 meses, com um consumo diário de 240 ml de sumo de romã (a partir de concentrado, 570 mg de polifenóis por dose), como foi observado em Junho de 2006, pela equipa de pesquisa Allan Pantuck da Universidade da Califórnia em Los Angeles, na revista ‘Clinical Cancer Research’. ‘Embora não seja a cura, o sumo tem nitidamente um impacto inibidor do crescimento das células do cancro da próstata’- diz Pantuck - líder do grupo de investigação. Ex vivo, o soro de sangue do paciente suprimiu o crescimento das células de cancro da próstata em 12% e aumentou a sua apoptose (morte celular programada) em 17%. A concentração do óxido de azoto (NO) no soro aumentou 23%. A bebida teve efeito em 80% de 48 pacientes. O encobrimento de valores de PSA não é muito provável. Em homens saudáveis, sem cancro da próstata, o sumo de romã não produziu efeitos nos valores de PSA. Estes testes continuaram como estudos clínicos randomizados de fase três usando o método duplo-cego, com controlo de placebo. Uma observação controlada (watchful waiting), mostra que uma terapia com uso do sumo é eficaz, especialmente em pacientes mais velhos (mais de 70 anos) com cancro da próstata num estádio precoce ou, em caso de tumor maligno de baixo grau. O tempo entre o diagnóstico e o aparecimento de sintomas é longo e sobrevivências de 10 anos com uma taxa de 85% são apenas um pouco menos frequentes do que sobrevivências de 10 anos após a radical ablação da próstata. Com uma alimentação racional (romã, chá verde, o licopina de polpa de tomate, selénio, vitamina E, pouca carne, muita fruta, legumes e peixe), os resultados da observação devem melhorar. Cientistas da Universidade de Wisconsin relataram que extracto de sumo de romã liofilizado (desidratação por congelamento), com todos os taninos naturais e antocianinas do sumo, suprime o desenvolvimento das altamente agressivas, impossíveis de curar, células cancerosas da próstata (células PC3) [70]. O primeiro a descobrir o efeito único da romã no cancro da próstata foi o médico e cientista israelita Dr. Ephraim Lansky. Cooperando com várias equipas internacionais de cientistas [6, 59], foi capaz de provar que essências da romã fermentadas diminuem a proliferação do cancro da próstata numa percentagem entre 50% e 90%. Outros estudos mostram que os extratos liofilizados de sumo de romã, acima mencionados, ajudam na prevenção e cura do envelhecimento da pele e de tumores da pele. Este efeito é conseguido através da supressão de funções de proteínas inflamatórias (MAPK, NF-κB). [3, 4]. Substâncias contidas na fruta romã também se revelaram úteis no tratamento de cancro do pulmão. Resultados de dois estudos de 2007 sobre as colónias de células e organismos vivos indicam que o sumo liofilizado tem um notável efeito anti-cancro do pulmão; esses resultados demonstraram a supressão do crescimento e da propagação do tumor, bem como a supressão da criação de vasos do tumor no sangue. Além disso, reduziu a massa do tumor em 62% (após 140 dias) e 66% (após 240 dias), em comparação com o grupo de controlo. Resultados semelhantes foram encontrados em células humanas de cancro do pulmão A549, enquanto que as células saudáveis permaneceram inalteradas. Na seguinte e bem divulgada pesquisa internacional [55], foi observado que as essências fermentadas da romã previnem o cancro da mama e apoiam o seu tratamento através da remoção de radicais livres. Eles inibem o efeito cancerígeno de estrógenos no corpo e o crescimento das células do cancro da mama. As essências fermentadas da romã são capazes de bloquear as duas enzimas que desempenham um papel fundamental no processo de favorecer o desenvolvimento do cancro da mama - aromatase e 17-beta ß – hidroxisteroide desidrogenase -, e com isso, diminuem a síntese de estrogénio no tecido adiposo. Nas células do tumor da mama (ER+), a essência fermentada da romã (50 mcg/ml) leva à supressão do seu crescimento em 80%, sem produzir um efeito negativo sobre as células saudáveis [55]. As substâncias únicas e excepcionais contidas na romã indicam um efeito altamente protector em tipos de cancro hormonais, como o cancro da próstata ou cancro da mama. É por isso que uma ingestão diária de sumo de romã ou elixir é altamente recomendada na prevenção de tumores, ou durante o tratamento. A investigação de Lansky e Kawaii [51] indica que as essências fermentadas da romã possuem propriedades maravilhosas: com a sua ajuda, células de leucemia foram convertidas em células saudáveis ou foram induzidas a uma morte programada (apoptose). As essências fermentadas da fruta romã impediram também a criação de novos vasos sanguíneos cancerígenos (neo-angiogénese). No entanto, extractos de casca de romã revelaram-se ineficazes neste caso [102]. Judah Folkman [28] foi o primeiro a mostrar o significado da neo-angiogénese no desenvolvimento de um tumor. Desde então, os ‘inibidores’ da neo-angiogénese, são um elemento importante da investigação oncológica. A romã limita a propagação do tumor e a criação de novos tumores. Cerca de 90% das pessoas que sofrem de cancro não morrem por causa do primeiro tumor, mas por causa da sua propagação. A primeira etapa de metástase (disseminação do cancro) é a invasão das células cancerígenas, o que significa a propagação das células cancerígenas para os tecidos próximos. Essas células, a fim de dissolver e romper o tecido conjuntivo (matriz intercelular), utilizam enzimas especiais (metaloproteases). Sabe-se que o sumo de romã suprime estas metaloproteases [5]. Em diversos estudos [6, 55, 59, 69], o sumo fermentado e não fermentado, a essência fermentada da casca e o óleo das sementes mostraram ser capazes de parar a invasão de células de cancro da próstata. Este efeito ocorre nas células do cancro sensíveis e não sensíveis às hormonas. A disseminação de células cancerígenas da próstata pode ser reduzida para 60% graças à casca fermentada, à essência de sumo e óleo de semente. A combinação dos três conduz a uma redução de invasões em 99% [6]. Quando a romã é submetido a um processo adicional especial de fermentação, o seu efeito antioxidante e anticancerígeno aumenta exponencialmente. A causa deste aumento da bioactividade não foi ainda descoberto.

 

* os números entre [...] dizem respeito a referências bibliográficas descritas no livro 'Romã - o fruto da vida, para o coração, cérebro, sistema imunitário e próstata' (brevemente disponível no mercado) 

 


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